quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Factor Kill - Factor Kill; Thrash, Thrash and Thrash; Drowning in Beer e outras



Acervo do Artista


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Em 2009 após o fim da banda Thrasher, Alberto Hodge (baixo), Geraldo Ferreira (vocal/ guitarra) e Evandro Ricardo (bateria) ainda sedentos por metal decidem se reunir e fundam o Factor Kill. Com a proposta de fazer músicas próprias, na linha do Thrash Metal, o power trio lança em 2010 a demo auto intitulada. Em 2011 produzem o EP Thrash, Thrash and Thrash, contando com "Red Violence" da demo anterior e mais 3 músicas inéditas. 

Em 2013 Evandro sai e quem assume a bateria é Bráulio Wilton, experiente no cenário punk/hardcore novalimense. 

Em 2014 o EP Drowning in Beer sai do forno contando com três músicas inéditas, além de "Crazy for Beers" do EP anterior. No mesmo ano tem o single Nuclear Bomb. 

Em 2016, mais três músicas inéditas são lançadas num split de nome Aliança Infernal, junto com as bandas Arma, Sakhet e Atomic Bomb. 

Todas as produções foram feitas de maneira independente. 

A temática das músicas gira em torno de violência, caos, guerra, doença e morte. 

Por vezes tratam da crueldade humana, da corrupção e hipocrisia dos governantes. 


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O Power trio faz um som bem cru e direto ao ponto. Bateria rápida, guitarra com riffs e solos agressivos e baixo pesado dando a liga. Pra completar, vocal visceral, na linha de bandas thrash anos 80 como Exodus, Slayer e Kreator em seus primeiros trabalhos. 

O trabalho mais recente da banda no split Aliança Infernal trouxe mudanças no vocal de Geraldo, com uma sonoridade mais característica. 

Rápido, violento, bêbado e sujo, o Factor Kill segue fazendo metal autoral de qualidade! 


Links 

Facebook: https://www.facebook.com/factorkill/ 



Marcel Couto (colaborador): Educador e produtor musical, cantor, multi-instrumentista, proprietário do Tempus Estúdio em Nova Lima, guitarrista das bandas Plano B e Souls' Guardian, banda tradicional do metal na cidade.




Pós-edição (28/01/2020):

O post nem parou de fazer fumaça e a Factor Kill surpreende mandando mais um trabalho inédito. Confiram em:



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Ramon "Doctor Ray".

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Luís Agenor - Singles




Comparações mesmo que positivas nem sempre agradam ao artista. Menção de parentesco com outros artistas às vezes também não, principalmente por aqueles que querem acima de tudo imprimir sua marca própria no trabalho. Falaremos desta vez sobre um jovem talentoso que tem parentesco, mas não tem comparação. Este é o nova-limense Luís Agenor. 


O DNA musical se faz presente, sim senhor. Filho de Luís “7 Irmãos” e sobrinho de outros componentes desta tradicional banda de Nova Lima, Luís Agenor, o “Deco” para os amigos e família, expandiu desde cedo seus horizontes musicais. Teve o interesse pelos instrumentos despertado aos 10 anos, após conhecer os Beatles. Aos 13 anos foi convidado pelo pai para participações em seus shows. Nesta época integrou também a banda “Obra Primo”, que tocou em vários eventos de Nova Lima e mais tarde a “Olosujos”, banda que se dedica ao Carnaval. 


Apesar da bem sucedida experiência em bandas, a inclinação pela MPB e em especial pela música mineira fez com que o formato voz e violão se tornasse o seu predileto. Além do quarteto de Liverpool, The Smiths, America, Vander Lee, Roberto e Erasmo, Lô Borges são também artistas de referência. 


O trabalho autoral começou a vir a público em 2018, quando Luís Agenor iniciou parceria com seu amigo, produtor e multi-instrumentista Vítor Dieguez, do Estúdio Cantim. O resultado foi o lançamento de seu primeiro single, “Sem Mais”, com a participação de José Borges na bateria, Kadu no contrabaixo e a produção de Vítor. No mesmo ano foi lançada também “Alma-rua”, primeiro em versão acústica pelo estúdio Tempus e posteriormente a definitiva pelo Cantim, consolidando a parceria. 


Seguiram-se “Retratos” (2019), “Passatempo” e “Quem sabe” (2020). O ano de 2020 parece ter sido bastante representativo para o artista, com significativo alcance de público local, com os fãs cantando a letra de “Passatempo” ao vivo, e externo, com a execução deste single em mais de 20 países.

 


Jovem como é, a linguagem é a da galera atual, sem abusar de clichês de tribos e de rimas previsíveis. A tônica de suas baladas é o amor, que se apresenta pelo desencontro, pela saudade, pelo conflito e pela distância. As harmonias sugerem um fundo de tristeza e nostalgia, mesmo nas dançantes “Passatempo” e “Alma-rua”. Os arranjos são bem interessantes, de condução suave, com teclados, cordas, percussão e acordeon se revesando entre pausas e momentos de maior energia. 


Luís tem trabalhado em novas músicas durante o período de isolamento social, o que nos sugere que haverá novidades em breve. 



Ramon “Doctor Ray” 


Links: 







sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Bread Bag – Bread Bag (EP - 2018)

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Distintos senhores com saco de pão na cabeça – assim se apresentam os três integrantes da Bread Bag, banda de rock fundada em 2016 em Nova Lima. O início foi inusitado. Três amigos (incógnitos para o público até hoje) reunidos em um bar decidiram ir para o estúdio tocar rock dos anos oitenta e, na falta de um vocalista, resolveram um a um experimentar os microfones. O vocal gutural de um deles se mostrou a opção mais viável, o que fez com que mudassem a ideia original de tocar covers de rock clássico para compor suas próprias músicas.

O período de criação e maturação das músicas se deu até 2018, quando apresentou seu primeiro EP com 5 músicas. Acompanham a produção lyric videos e um clipe da faixa “Follow Your Way”. Sem sombra de dúvida a irreverência é a marca principal da banda. Além de terem abdicado dos créditos pessoais na composição da banda em prol da promoção de um único personagem, o simpático “Brian Bread”, a banda lançou o EP por meio de uma divertida campanha baseada em psicologia reversa. Pedia-se para não clicar no link disponibilizado pelo fictício hacker que os estaria chantageando. 

O que permitiu o humor permitiu também a flexibilidade. A banda tem sua proposta de crítica social e política, em particular ao anonimato do cidadão comum (representado pelos sacos de pão na cabeça), a indiferença dos políticos com relação ao povo e ao abuso da fé de líderes religiosos em proveito próprio, mas declara-se aberta à livre interpretação do público sobre suas mensagens cênico-musicais.


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Ao contrário do som chocho de um saco de pão, a sonoridade da banda é bem vibrante e pesada. Gravadas no Estúdio To Mega Therion em Contagem – MG, as cinco faixas de fato demonstram a influência de “tudo que tem peso e melodia” como seus integrantes declaram. Há claros componentes de heavy metal nas passagens e solos elaborados, enquanto que o vocal gutural e uma crueza básica das bases apontam para a presença de forte teor hardcore. Destaques para o quase-mantra “Stay Strong” e para “Great Business”. 

Podemos esperar o forno esquentar para breve, pois a banda anuncia retorno às gravações em 2021.




Ramon “Doctor Ray" 



Links: 

EP Bread Bag 



Canal da banda no Youtube: 


Redes sociais: 




domingo, 3 de janeiro de 2021

The Mask of Tyrant - Prison of Despair (2020)

 

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Estou retomando as postagens no Blog, após um interminável período de ocupação em outras tarefas, desmotivação e bloqueio criativo. É, não é moda hoje declarar condições pessoais contraproducentes, quando cada vez mais pipocam formulinhas de sucesso e superação na internet. 

Neste retorno nada melhor do que falar sobre uma banda estreante, mas formada por músicos experientes, e cuja base conceitual é a crítica social e política. Estou falando de The Mask of Tyrant.

O mentor do projeto é Wesley Silva, conhecido no meio como veterano baterista da Souls' Guardian. A ideia inicial era valer-se da versatilidade no trato com instrumentos e da expertise em home studio para conceber uma one-man-band, mas acabou curvando-se ao formato de banda para melhor execução de suas canções. Após alguns percalços normais de entrada e saída de componentes, ele assumiu a bateria da The Mask que conta hoje com os guitarristas Evandro “Paranoid” e Erick “Heeks” nas guitarras, Bernardo Clemente, com ampla experiência em hardcore e suas nuances (Bermes, Sleeping Bags, Mandacaru etc) no contrabaixo e Fred Assis, com várias participações em bandas covers nos vocais.

O resultado sonoro é prova de que Wesley, além de exímio baterista e compositor entusiasmado, tem habilidade para coletar talentos. Seguiu-se ao momento de formação um período de intensa produtividade e colaboração entre os componentes, mesmo já em tempos de pandemia. Do tipo que impulsiona o vocalista a enviar prévias de músicas às 3 da madrugada.


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O que se ouve em “Prison of Despair” (2020), seu primeiro álbum, é um som pesado, homogêneo e convincente, que fará os mais experientes identificarem influências das guitarras dobradas do Iron Maiden, intros quase narradas que lembram Megadeth e mesmo arranjos incomuns para o estilo como os de EZO, banda produzida por Gene Simmons no final dos oitenta. A banda define o Metal como orientador, admitindo diversos subgêneros como progressivo, melódico, heavy, power e thrash. Como já dito acima, a crítica social e política é a base conceitual das letras das 12 faixas constantes do álbum. Percebe-se uma preocupação com os detalhes na narrativa, e a intenção de provocar reflexão do ouvinte para as armadilhas que o tornam colaborador de um sistema de opressão, ilusão e despersonalização. Se pudéssemos resumir a mensagem da banda, seria “Fuck the System!”, frase cravada em “Slave to the System”, uma de suas faixas principais. Destacam-se também “Graveyard Carnival” e a faixa-título “Prison of Despair”.

Tudo isto foi gravado em alta qualidade de som em home studio da “Hell Uai”, produtora de Wesley. O recolhimento requerido pela pandemia parece ter feito muito bem a The Mask, pois a banda continua produzindo material novo, o que nos sugere que mais um álbum (pelo menos) venha por aí. E que venha! O som maduro da banda estreante comporta muito mais estrada.


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Ramon “Doctor Ray”.


Links para fanpage, mídias sociais e plataformas em que se pode escutar na íntegra o álbum “Prison of Despair”: https://linktr.ee/Themaskoftyrant 


Matéria no Whiplash: https://whiplash.net/materias/news_735/327542-maskoftyrant.html



quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Marcelo Cavalieri - Microcantos Macrocosmo, Anturia - Epifania e outros

 



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Marcelo de Castro Cavalieri, 36 (quase 37 anos), é conhecido na região de Nova Lima por suas diversas facetas artísticas, seja através dos seus livros (são 14 ao todo, sendo um deles em espanhol), de seu trabalho na saudosa TVNL, de suas atuações dramatúrgicas (já atuou em filmes, curtas, seriados, videoclipes e até chegou a participar de um reality show em outro pais), mas provavelmente a face artística mais conhecida dele nas nossas redondezas é a musical, que é sobre a qual falaremos aqui!

Desde bem jovem Marcelo sempre demonstrou interesse em explorar sua criatividade musical. Com 12 anos, reunia-se com os primos e uns baldes para batucar e escrever músicas. Com 15 anos, iniciou ao lado do amigo Ângelo Perna a banda Metalblood. Com a entrada de Pedro Campos e Diego Luciano, a banda começou a tomar forma, porém Pedro saiu pouco tempo depois, e a formação fechou em um trio, com Marcelo no baixo e Diego na guitarra, ambos revezando os vocais, e Ângelo na bateria. Foi o embrião do que pouco tempo depois viria a se tornar a banda H.A.V.O.C., que desde sua primeira apresentação já contava com uma música autoral, chamada “Obey the Speaker Guitars”. O repertório da banda, que mesclava covers que iam de Ultraje a Rigor a Metallica, inevitavelmente foi cada vez mais se orientando pela vertente do heavy/trash/death metal, à medida que as demais canções autorais eram finalizadas e lançadas no meio do repertório. A banda chegou a finalizar cinco músicas autorais (além da já citada “Obey the Speaker Guitars”, integravam o repertório da banda as músicas “Singing For The Death”, “Lost in the Shadows”, “Second Mind” e “Rebel Soul”). A banda se apresentou em diversas ocasiões entre 1998 e 2003, porém infelizmente não há registros gravados deste material autoral.

No ano de 2002 Marcelo montou outra banda para tocar músicas que ele compôs em português. Surgiu assim a CAVALIERI, que contava com Lucas Emanuel na guitarra, Rafael Branco no baixo e Dedé Freitas na bateria (Marcelo nesta banda estava mais focado nos vocais, mas as vezes fazia segunda guitarra). As influências das músicas eram diversas, sendo provavelmente o rock psicodélico a maior delas, não apenas nesta banda, mas nas bandas que viriam a seguir na carreira musical do cantor, uma vez que várias das canções concebidas durante este período foram usadas em projetos posteriores, sendo provavelmente a mais conhecida delas a “Astronauta de Saturno” (que foi regravada em diversos  projetos seguintes, como Araújo e Banda Vagalume, Clandestinos e Anturia).

No ano de 2004, Marcelo iniciou uma parceria com o músico e compositor Heleno de Paula, batizada como CLANDESTINOS, porém Marcelo morou por um tempo em São Thomé das Letras e Heleno em Trancoso (Bahia), de forma que as apresentações ficaram restritas as oportunidades em que se encontravam. Entre idas e vindas, voltaram a se estabelecer em Nova Lima, tiveram diversas formações e chegaram a rebatizar o projeto com nomes como EX-CLANDESTINOS e KADUM.

Em meados de 2011, 2012, a parceria teve fim com o retorno em definitivo de Heleno para Trancoso, e Marcelo iniciou as gravações de seu primeiro álbum. Chamado “Microcantos - Macrocosmos”, o CD foi lançado em 2012. Nessa mesma época, em paralelo, Marcelo montou a banda Orait, que executava diversas faixas do seu disco solo. As apresentações da Orait, que contava com Marina Souza nos vocais, traziam, além das músicas autorais do Marcelo, interpretações de canções consagradas por vozes femininas como Joan Osborne e Elis Regina.

Em 2015 Marcelo seguiu para outro projeto em parceria com a cantora Ju Novaes, batizado de ANTURIA, que gravou um CD - Epifania - na mesma época! A banda seguiu se apresentando até 2016, quando encerrou atividades, e pouco tempo após o término da banda Marcelo encarou o desafio de sair viajando pela América do Sul afora, buscando novas inspirações etc.

Hoje Marcelo vive em Bogotá, Colômbia, onde trabalha como ator, já tendo sido requisitado para diversos papéis em filmes e videoclipes. Além de integrar uma banda chamada A Sangre Y Fuego, que toca um material autoral no estilo hardcore (estão finalizando as gravações), o músico/cantor/ator segue compondo suas canções, algumas em espanhol também (ver abaixo link do novo single, de um álbum que está em planejamento), e em breve deve nos surpreender com novidades!

                                                 

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Para conhecer os trabalhos gravados do Marcelo, acesse:

 

Spotify do Anturia:

 

https://open.spotify.com/artist/4znUz5wq0SZh3ZKrKHdtw5?si=hVvOVHXwQQWKOgbOMKylaQ

 

Canal do Marcelo Cavalieri no SoundCloud :

 

https://soundcloud.com/marcelo-cavalieri

 

Videoclipe da música “Dorotea” da banda A Sangre Y Fuego:

 

https://youtu.be/tt6AAxGnw18

 

Novo single “Sem Expectativas”:

 

https://youtu.be/no_q12z9Kmc


Dedé Freitas (colaborador) - Atua na cena musical novalimense há 23 anos como baterista e vocalista. Atualmente toca bateria nas bandas Maverick, Cogumelus Derrapantis e tem um projeto de apresentações em bares e restaurantes também chamado "Dedé Freitas".


quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Dynasty of Metal - Motus Perpetuus, Warriors of the King, Step by Step e outros

 

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A terra do ouro também é a terra do ferro, e porque não do heavy metal? Nascida dentro da fusão “fé, amizade e metal” a banda Dynasty of Metal que começou em 1996 com um grupo de jovens da Comunidade Evangélica de Nova lima, é uma das mais antigas expressões metálicas da cidade. Formada por Nahor, Daflas, Anderson e Marco Aurélio, e tendo no decorrer dos anos várias formações, a Dynasty representa o que temos de mais sólido e bem feito no estilo, uma vez que já são 24 anos ininterruptos, tanto nos shows, como com produções de altíssimo nível. 

A banda é herdeira da tradição Inglesa de se fazer heavy metal, tradição essa que nos deu Judas Priest, Iron Maiden, Venon , Uriah Heep , Black Sabbath e tantas outras. Suas letras abordam desde assuntos ligados a sua terra natal Nova Lima e a exploração do ouro, como temas espirituais da religiosidade cristã. 

Ao todo são 3 tours na America Latina, tocando no Chile, Argentina, Equador, Bolívia, Uruguai e Peru, 3 cds demos, e 3 álbuns cheios, fora abertura de shows para grandes nomes do estilo como: Shaman, Korzus, Overdose, André Matos , Petra, Stryper e S.O.B. (ex Saxon). A Dynasty é como nosso querido Villa Nova, que por onde vamos as pessoas nos perguntam e dizem admirar, e com isso o nome de Nova Lima vai sendo honrado e lembrado. 

A pessoa responsável por manter essa chama acesa é o frontman Nahor Andrade que além de fundador, é o único membro que mora em Nova Lima e trabalha também toda parte de marketing e merchandising. 

Segundo informações atuais a banda está em período de gravação do novo álbum “Inspiration”, com que presenteará os fãs com um disco de covers das bandas que foram importantes em sua trajetória.



Discografia:

Into Righteousness – 1997 (demo-tape)

The Angels Return – 1999 (demo-tape)

Following the Sign – 2001 (EP)

Motus Perpetuus - 2004,

Warriors of the King - 2010

Step by Step - 2017



Formação atual:

Nahor Andrade – Vocal

César Martins – Guitarra

Tiago Vitek – Bateria

Filipe Otavio – Guitarra

Tiago Sieg - Baixo



Eduardo Vaz (colaborador) – Servidor público, geógrafo, teólogo e baterista. Promotor cultural desde os anos 90 tendo implementado um dos primeiros festivais de rock em Nova Lima na antiga sede do Retiro, Restaurante Tropicália e Bar do Brotinho.



Links:

Into Righteousness:

https://open.spotify.com/album/2SVYx1sxJVNa5c8RFJGlsG

Motus Perpetuss:

https://open.spotify.com/album/1pZHK2cJ47ksJ5VpdMaaLX

Warriors of the King:

https://open.spotify.com/album/7EXuHmL9ij7MN3DP9DrR09

Step by Step:

https://open.spotify.com/album/4BseXIJtxOEcM8lGO9t6ux

Canal oficial no YouTube:

https://www.youtube.com/channel/UC7PozABttrynQJrkqovM49A








quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Ricardo Souza - "Caminhos"

 

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Percebe-se facilmente a imensidão de possibilidades no universo da música. Letras, acordes, melodias, métricas, timbres, arranjos, instrumentos, texturas, ritmos e muito mais! 

Alguns artistas permeiam bem as diversas vertentes deste universo, passeando sem muitos percalços, inclusive em ambientes considerados antagônicos. 

Mas somente alguns poucos músicos conseguem cooptar nuances múltiplas deste vasto universo, traduzindo-as em influências, às vezes escancaradas, às vezes de forma insinuada em um processo de composição. 

Este é o caso de Ricardo Souza em seu álbum de estreia, “Caminhos”, obra que eleva a música para além dos rótulos convencionais criados pelo mercado musical. 

O disco está prestes a ser lançado este ano (previsto para outubro de 2020), e foi gravado principalmente no estúdio CANTIM , por Vitor Dieguez , que assina a co-produção ao lado de Manassés Morais e do próprio Ricardo. 

Das nove músicas disponíveis numa playlist prévia do álbum , sete são músicas instrumentais e duas canções , uma em parceria com Flávio Mota (Memórias e Imagens) , e outra com letra a quatro mãos (Aurora, letra de João Diniz e Flávio Mota) . Coube a Lislie Fiorinni emprestar sua belíssima voz às interpretações das mesmas. 

Para composição de seu caldeirão sonoro, Ricardo cercou-se de um heterogêneo grupo de talentosos músicos, com estilos e instrumentos diversos, que tiveram a difícil missão de materializar em sons todos os seus anseios criativos. O que se viu nas gravações foi puro deleite por parte de todos, muitas vezes atuando em conjunto, sem se conhecerem propriamente. 

O resultado final, por mais paradoxo que possa parecer, é de uma identidade clara, um DNA deste músico que sempre privilegiou a riqueza harmônica aos exibicionismos das notas velozes. 



Ely da Conceição Souza Júnior (colaborador) - Engenheiro e guitarrista da Banda OTN. Lançou em 2014 o CD "Demotape".




Link:

(Atualizado em 04/01/2020)


Pós-edição (28/01/2020): Confiram a entrevista concedida por Ricardo Souza a Tutti Maravilha, renomado divulgador da música brasileira, em particular a das Minas Gerais:


 

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Souls Guardian - “Soldiers Truth” e singles

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Hoje é dia de falar do genuíno rock pesado da terra do ouro, e aqui em Nova Lima falar de heavy metal é falar desta galera.

Com quase treze anos de existência e poucas mudanças de formação, o Souls Guardian, ou “Guardiões das Almas”, se define como uma banda de Heavy/Power Metal, com influência direta das bandas inglesas de metal surgidas entre o final dos anos 70 e anos 80 ou movimento New Wave of British Heavy Metal (N.W.O.B.H.M.) – traduzindo para o português: Nova Onda Do Heavy Metal Britânico. Movimento, que veio renovar o estilo, que andava meio ofuscado pelo surgimento do Punk Rock quando este dominou os espaços de bandas clássicas consagradas de metal como Deep Purple, Led Zeppelin e Black Sabbath. Sendo assim, bandas como Iron Maiden, Judas Priest, Venom, Def Leppard, Saxon, Motorhead e várias outras surgiram para dar novo fôlego e inspiração ao estilo.

Bebendo desta fonte, o Souls Guardian, que também interpreta muito bem várias canções cover, lançou em 2015 o EP “Soldiers Truth”, somente com músicas autorais escritas em Inglês. Com uma qualidade técnica surpreendente, todas as músicas deste EP possuem introduções bem trabalhadas, virtuosismo nos solos, melodias altamente complexas e um vocal muito competente. Todo o peso reunido acompanha letras que falam sobre as angústias humanas, os horrores da guerra e também flerta com eventos sobrenaturais, o que geralmente povoa o universo do metal. Ocasionalmente, no decorrer dos anos, a banda tem lançado alguns singles com excelente aceitação entre seus seguidores, nunca fugindo ao seu estilo Heavy e Power Metal e sem abrir mão da qualidade de seu trabalho.

Vale a pena conferir o trampo desta rapaziada, que após mais de uma década, continua mantendo a mesma pegada e energia de seus primórdios, agregando logicamente a isto, o aprimoramento técnico que os anos e a experiência proporcionam aos seus músicos.


Integrantes da atual formação:

Eduardo Northerneyed - Vocalista
Carlos Caligularus - Guitarrista
Marcel Couto - Guitarrista
William Azevedo - Baixista
Wesley Marcondes – Baterista


Ex integrantes:

Diego Valadares- Vocalista                                             
Daniel Sabino - Baixista
Marcos Gabriel Pierandrei - Tecladista*

*Colaboração: Wesley Marcondes

Cássio Luís D'Assumpção (colaborador) - Criador e produtor do festival Rock In Bomba, proprietário do Point Kibomba, técnico de TI. Ávido leitor sobre a história do rock, seus personagens e lendas.





Links para ouvir o som da banda:

https://soundcloud.com/souls-guardian

https://www.youtube.com/user/SoulsGuardianBand

https://m.letras.mus.br/souls-guardian/

https://www.vagalume.com.br/souls-guardian/

https://www.facebook.com/SoulsGuardianband

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Rhódya - "Os Últimos Cães do Inferno", "Questão de Honra ao Rock And Roll" e outros

 

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Para os rockeiros antigos, “música do tempo dos pais” era uma expressão depreciativa. Para os de hoje, trata-se de um elogio.

É o que encontramos nesta “velha banda de Rock and Roll”, nas palavras de Sandro Vox, que já empunhou a guitarra e hoje é vocalista e baixista desta banda nova limense nascida em 1998. Rock sem frescuras, com bases e riffs pesados, solos dissonantes e curtos, situado na fronteira entre o Metal e o Hardcore.  As letras trazem em sua maioria o infortúnio e a desesperança, sejam de origem sobrenatural ou humana, de todo modo que não deixam lugar para o ser  neste mundo.

Rock bom o suficiente para os pais dos rockeiros atuais se lembrarem dos porões e ginásios impregnados do cheiro de óxido de ferro das inúmeras camisas pretas que faziam mosh e “bangueavam” as cabeças, cabeludas ou não.

São três os EPs lançados. Os dois primeiros – “Os Últimos Cães do Inferno” (2000) e “Questão de Honra ao Rock And Roll” (2001) foram lançados em fita K7. Seguiu-se um período de sucessivas trocas de bateristas até que em 2009 Luís Carlos Canela assumiu as baquetas e o EP “Sublime” foi lançado em formato digital em 2013. O Rhódya participou também com duas músicas na coletânea “BH do Barulho - Volume 2”, de 2017, dividindo o CD com Scarro, Nadaver e Herdeiros da Miséria. Destaque para as canções “Consumação Cármica (Tributo a Zé do Caixão)” e “Baby Stone Junk” em Questão de Honra e “Silicose” na coletânea BH do Barulho.

Seus integrantes atuais Sandro, o baterista Luís Carlos Canela e o guitarrista Marcus Negrus - todos moradores de bairros centrais de Nova Lima - pouco se apresentam em sua própria cidade, sendo mais frequente sua atividade em Contagem e BH. Serão a visceralidade de seu som e a crueza de sua mensagem as razões de serem estranhos no ninho na “Terra do Ouro”?

Doctor Ray

 

Links

Os Últimos Cães do Inferno (2000). Com Sandro Vox na guitarra e voz, Marcus Negrus na guitarra, Alambass Tubarão no contrabaixo e Santiago Clemente na bateria.

https://www.youtube.com/watch?v=l2yOHoQ7H1Q

Questão de Honra ao Rock And Roll (2001). Com Sandro Vox na guitarra e voz, Marcus Negrus na guitarra, Alambass Tubarão no contrabaixo e Santiago Clemente na bateria.

https://youtu.be/NcHfapq_Rcs

Sublime (2013). Com Sandro Vox, na voz e contrabaixo, Margus Negrus na guitarra e Luís Carlos Canela na bateria.

https://youtu.be/F4gqxUjcg0M

BH do Barulho (2017)

https://www.youtube.com/watch?v=pcAzPd86D4I

Em 2014 o Rhódya lançou o primeiro vídeo oficial “pirata” Full HD da música Paraíso Brasil.

https://youtu.be/xZK3alHLBS0



domingo, 30 de agosto de 2020

Bermes - "Dia de Horror" e "Até o Fim"

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Hoje, com alegria e entusiasmo, estreio a minha humilde colaboração neste qualificado espaço criado pelo amigo Ramon para falar de uma das bandas mais underground da cidade de Nova Lima, os BERMES.

Foi formada em 2005, como um trio e, após uma parada de dois anos, ressurgiu como um quarteto. A BERMES lançou em 2009 a demo “Dia de Horror”, com 5 músicas autorais com forte temática sobrenatural, carregada de letras mórbidas e violentas, inspiradas por filmes de terror ou filmes B, filmes de zumbis, vampiros ou de ficção científica. Nota-se a forte influência dos Misfits, banda de New Jersey nos EUA, a criadora do gênero Punk Horror formada em 1977, nos primórdios do Punk Rock.

Ainda em 2009, a segunda demo, “Até o Fim”, traz mais cinco músicas com a mesma temática e a mesma agressividade e rapidez. A melodia flui no mais genuíno estilo do Punk, acentuando o clima macabro das letras escritas colaborativamente por todos os membros da banda.

No início de 2010 há uma troca de vocalista, trazendo novo gás à banda e uma proposta ousada - 'horror punk' com um vocal feminino.

Após vários shows por BH e região, em meados de 2011 a banda se desfez.

Em 2016, o Bermes ressurge com a sua formação clássica de 2007. E após várias apresentações, nos circuitos de bares e festivais locais da região, a banda resolveu encerrar suas atividades em 2018. No entanto, assim como os mortos vivos e vampiros tão cultuados em suas letras, quem pode duvidar de mais um retorno dos Bermes malditos?



Formações:

2005 a 2007 - Josimar, Thiago, Carlos

2007 a 2009 e 2016 a 2018 - Bernardo, Josimar, Thiago, Carlos

2010 a 2011 - Jussara, Josimar, Thiago, Carlos

Cássio Luís D'Assumpção (colaborador) - Criador e produtor do festival Rock In Bomba, proprietário do Point Kibomba, técnico de TI. Ávido leitor sobre a história do rock, seus personagens e lendas.

Links para escutar e conhecer o trabalho da banda:

https://soundcloud.com/bermes

https://www.letras.mus.br/bermes/

https://www.youtube.com/channel/UCHSSjBSUzfN_mCtQ096dqnQ/videos

sábado, 22 de agosto de 2020

Adriano Mineiro – “Malandriano” e “O Samba de Minas”

                                                                        Acervo do Artista

                                                                         Acervo do Artista


“Empolguei aqui” – foi a resposta de Adriano quando comentei a grande quantidade de material que  me enviou para me ajudar a escrever esta postagem. Não há adjetivo que o qualifique melhor. Adriano Mineiro, técnico em mecânica, cantor, violonista, cavaquista, compositor em vários estilos musicais, em especial o samba, é empolgado com o que faz.

Sua empolgação faz com que sua atividade seja superlativa. Premiado por sambas enredo em blocos e escolas de samba da região de Nova Lima. Participação em vários festivais e eventos sendo um deles de organização internacional, o Make Music Day (Festa da Música) em junho de 2020. Segundo lugar no Festival da Canção de Nova Lima de 1997 e no Festival da Canção Bomserá de 2019. Várias parcerias com músicos de Nova Lima, Minas e outros estados, e participante de iniciativas que envolvem encontros e divulgação de compositores.

Todo este currículo é laureado com os CDs “Malandriano” (2019) e “O Samba de Minas” (2020), legítimos representantes do samba de raiz. Nota-se a influência dos mestres Zeca Pagodinho, Moreira da Silva e mesmo Adoniran Barbosa nos temas da malandragem cotidiana. O cavaquinho comanda a harmonia com agilidade e dá o tom de alegria mesmo em algumas canções que falam de saudade.

São obras em que predomina a homogeneidade. Portanto, as músicas que trazem exceções chamam a atenção para si. Em “Malandriano” a malandragem bem comportada de Adriano é quebrada pela ironia da faixa “É Conjuntivite”. E a africanidade de “Ê Patacori” surpreende em meio às demais canções do “O Samba de Minas” com a quebra do ritmo e a levada de seu refrão.

Há um terceiro CD em produção. A expectativa é de que traga a faixa “Lino”, feita em homenagem ao pai do artista e premiada em 2019 no Festival da Canção Bomserá.

Doctor Ray

Links:

Malandriano

O Samba de Minas
https://open.spotify.com/album/5Gh5qSJPEbVgWKcaJl9tfB?si=lYPeJCPFRli4Od6qhcNNoQ
https://www.youtube.com/watch?v=xkMELSFFazI

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Ely Jr. - Demotape

                                                                             Acervo do artista
                                                                         Acervo do artista




Dei-me o direito de iniciar as postagens pelo artista cujo trabalho em CD incentivou-me a gravar seguindo padrões de qualidade. O título “Demotape Ely Jr” (2014) faz referência ao tempo em que as fitas cassete eram usadas para divulgar o trabalho das bandas, muitas vezes de forma parcial e improvisada. E é este espírito que Ely afirma ter encontrado ao final da gravação de seu álbum solo de estréia.


Ely é cofundador da OTN, banda que em 2020 fez 33 anos de trabalho nos estilos rock e pop-rock (e que em breve figurará com seu trabalho próprio aqui no blog). De fato, são histórias indissociáveis. A parceria com Tatá, baterista do OTN falecido prematuramente em acidente de moto em 2014 está presente em 5 faixas. Jader Souza, cantor e compositor que teve a OTN como banda de apoio na gravação de seu disco Pierrot Moderno, assina ” Velha Novidade”. Seis das 11 músicas fizeram parte da set list da OTN em algum momento.


Totalmente gravado no estúdio Sonique Wall em Nova Lima, Demotape registra bem a atividade ao longo das décadas, com as guitarras do próprio Ely Jr., Renato Faria e de Cristiano Zannini (em “Cinderela Blues”). Outras participações são de Adriano Moreira (teclado), do irmão Ricardo Souza (ukulele), Miller Faria (violão Nylon) e Vitor Diegues (teclado). Renato faz o ukulele-bass da bonita instrumental “Tema para Chris e Isa”, e é responsável pelo trabalho técnico de gravação e equalização.


O que se ouve é um trabalho com bastante energia e diversidade. “Verdades”, “Sob a Noite” e “Eu” são faixas que fazem lembrar os primeiros discos do rock brasileiro dos anos 80, e não fariam feio se estivessem na programação das rádios daquele tempo. A citada “Tema para Chris e Isa”, “Amor Prematuro” e “Com mais Ninguém” são baladas suaves e com arranjos bastante agradáveis. A voz de Ely parece mesmo ser ambientada nos primórdios do pop-rock, sem privilegiar DNA de ninguém especificamente. Timbre e interpretações autênticas.


A inspiração na cultura da fita cassete não compromete a qualidade final das faixas. A curiosidade fica por conta da bateria programada por Renato Faria em todo o CD, que não fica devendo em qualidade e cujas linhas foram devidamente testadas – e aprovadas - por Gabriel Lisboa no show de lançamento.


Ely dedicou o CD a Paulinho “Cazuza” Atela, compositor falecido em 2005 e presente em duas faixas. “Demotape Ely Jr.” é um álbum cheio de histórias e sentimentos, bem sucedido a meu ver em trazer o espírito do pop-rock para o pós-2000.


Doctor Ray




Links:

https://soundcloud.com/elyjr

https://www.youtube.com/channel/UCloahs-N0x1wCOkXF_zDayw?view_as=subscriber




O CD físico encontra-se disponível para venda com o próprio artista pelo zap (015 31) 98913-8316.

terça-feira, 18 de agosto de 2020

Cada vez mais desligado do nosso tempo

Pois é, a moda agora é o Tik Tok, e lá venho eu com essa história de blog.

Não acompanhar as novidades, tendências e recursos tecnológicos, tudo isto já me incomodou mais. Coloco-me na estatística da massa de perdidos em meio à obsolência programada de equipamentos, aplicativos e comportamentos. Demoro mesmo a assimilar estas novas formas de interação.

Mas acho que é porque sou meio “do contra”. E ser "do contra" é uma forma interessante de resistir à anulação das individualidades. A criança pequena faz isso, né? Começa a dizer "não" pra tudo. No fundo é um "espera aí que vou pensar".

Pois bem. O espaço do blog parece-me silencioso o suficiente pra ter uma boa conversa. Dá pra perceber o autor por detrás do texto, o que em muitos casos é difícil em redes sociais. E tomara que conversemos muito por aqui.

Sejam todos muito bem vindos!

Bicho Grilo - Bicho Grilo Rock (EP - 2020)

  Acervo do artista Eu sempre sonhei em ver a “Bicho Grilo” escrevendo músicas autorais, pois via muito talento nos músicos que formam a ban...