quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Dynasty of Metal - Motus Perpetuus, Warriors of the King, Step by Step e outros

 

Acervo do artista

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A terra do ouro também é a terra do ferro, e porque não do heavy metal? Nascida dentro da fusão “fé, amizade e metal” a banda Dynasty of Metal que começou em 1996 com um grupo de jovens da Comunidade Evangélica de Nova lima, é uma das mais antigas expressões metálicas da cidade. Formada por Nahor, Daflas, Anderson e Marco Aurélio, e tendo no decorrer dos anos várias formações, a Dynasty representa o que temos de mais sólido e bem feito no estilo, uma vez que já são 24 anos ininterruptos, tanto nos shows, como com produções de altíssimo nível. 

A banda é herdeira da tradição Inglesa de se fazer heavy metal, tradição essa que nos deu Judas Priest, Iron Maiden, Venon , Uriah Heep , Black Sabbath e tantas outras. Suas letras abordam desde assuntos ligados a sua terra natal Nova Lima e a exploração do ouro, como temas espirituais da religiosidade cristã. 

Ao todo são 3 tours na America Latina, tocando no Chile, Argentina, Equador, Bolívia, Uruguai e Peru, 3 cds demos, e 3 álbuns cheios, fora abertura de shows para grandes nomes do estilo como: Shaman, Korzus, Overdose, André Matos , Petra, Stryper e S.O.B. (ex Saxon). A Dynasty é como nosso querido Villa Nova, que por onde vamos as pessoas nos perguntam e dizem admirar, e com isso o nome de Nova Lima vai sendo honrado e lembrado. 

A pessoa responsável por manter essa chama acesa é o frontman Nahor Andrade que além de fundador, é o único membro que mora em Nova Lima e trabalha também toda parte de marketing e merchandising. 

Segundo informações atuais a banda está em período de gravação do novo álbum “Inspiration”, com que presenteará os fãs com um disco de covers das bandas que foram importantes em sua trajetória.



Discografia:

Into Righteousness – 1997 (demo-tape)

The Angels Return – 1999 (demo-tape)

Following the Sign – 2001 (EP)

Motus Perpetuus - 2004,

Warriors of the King - 2010

Step by Step - 2017



Formação atual:

Nahor Andrade – Vocal

César Martins – Guitarra

Tiago Vitek – Bateria

Filipe Otavio – Guitarra

Tiago Sieg - Baixo



Eduardo Vaz (colaborador) – Servidor público, geógrafo, teólogo e baterista. Promotor cultural desde os anos 90 tendo implementado um dos primeiros festivais de rock em Nova Lima na antiga sede do Retiro, Restaurante Tropicália e Bar do Brotinho.



Links:

Into Righteousness:

https://open.spotify.com/album/2SVYx1sxJVNa5c8RFJGlsG

Motus Perpetuss:

https://open.spotify.com/album/1pZHK2cJ47ksJ5VpdMaaLX

Warriors of the King:

https://open.spotify.com/album/7EXuHmL9ij7MN3DP9DrR09

Step by Step:

https://open.spotify.com/album/4BseXIJtxOEcM8lGO9t6ux

Canal oficial no YouTube:

https://www.youtube.com/channel/UC7PozABttrynQJrkqovM49A








quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Ricardo Souza - "Caminhos"

 

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Percebe-se facilmente a imensidão de possibilidades no universo da música. Letras, acordes, melodias, métricas, timbres, arranjos, instrumentos, texturas, ritmos e muito mais! 

Alguns artistas permeiam bem as diversas vertentes deste universo, passeando sem muitos percalços, inclusive em ambientes considerados antagônicos. 

Mas somente alguns poucos músicos conseguem cooptar nuances múltiplas deste vasto universo, traduzindo-as em influências, às vezes escancaradas, às vezes de forma insinuada em um processo de composição. 

Este é o caso de Ricardo Souza em seu álbum de estreia, “Caminhos”, obra que eleva a música para além dos rótulos convencionais criados pelo mercado musical. 

O disco está prestes a ser lançado este ano (previsto para outubro de 2020), e foi gravado principalmente no estúdio CANTIM , por Vitor Dieguez , que assina a co-produção ao lado de Manassés Morais e do próprio Ricardo. 

Das nove músicas disponíveis numa playlist prévia do álbum , sete são músicas instrumentais e duas canções , uma em parceria com Flávio Mota (Memórias e Imagens) , e outra com letra a quatro mãos (Aurora, letra de João Diniz e Flávio Mota) . Coube a Lislie Fiorinni emprestar sua belíssima voz às interpretações das mesmas. 

Para composição de seu caldeirão sonoro, Ricardo cercou-se de um heterogêneo grupo de talentosos músicos, com estilos e instrumentos diversos, que tiveram a difícil missão de materializar em sons todos os seus anseios criativos. O que se viu nas gravações foi puro deleite por parte de todos, muitas vezes atuando em conjunto, sem se conhecerem propriamente. 

O resultado final, por mais paradoxo que possa parecer, é de uma identidade clara, um DNA deste músico que sempre privilegiou a riqueza harmônica aos exibicionismos das notas velozes. 



Ely da Conceição Souza Júnior (colaborador) - Engenheiro e guitarrista da Banda OTN. Lançou em 2014 o CD "Demotape".




Link:

(Atualizado em 04/01/2020)


Pós-edição (28/01/2020): Confiram a entrevista concedida por Ricardo Souza a Tutti Maravilha, renomado divulgador da música brasileira, em particular a das Minas Gerais:


 

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Souls Guardian - “Soldiers Truth” e singles

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Hoje é dia de falar do genuíno rock pesado da terra do ouro, e aqui em Nova Lima falar de heavy metal é falar desta galera.

Com quase treze anos de existência e poucas mudanças de formação, o Souls Guardian, ou “Guardiões das Almas”, se define como uma banda de Heavy/Power Metal, com influência direta das bandas inglesas de metal surgidas entre o final dos anos 70 e anos 80 ou movimento New Wave of British Heavy Metal (N.W.O.B.H.M.) – traduzindo para o português: Nova Onda Do Heavy Metal Britânico. Movimento, que veio renovar o estilo, que andava meio ofuscado pelo surgimento do Punk Rock quando este dominou os espaços de bandas clássicas consagradas de metal como Deep Purple, Led Zeppelin e Black Sabbath. Sendo assim, bandas como Iron Maiden, Judas Priest, Venom, Def Leppard, Saxon, Motorhead e várias outras surgiram para dar novo fôlego e inspiração ao estilo.

Bebendo desta fonte, o Souls Guardian, que também interpreta muito bem várias canções cover, lançou em 2015 o EP “Soldiers Truth”, somente com músicas autorais escritas em Inglês. Com uma qualidade técnica surpreendente, todas as músicas deste EP possuem introduções bem trabalhadas, virtuosismo nos solos, melodias altamente complexas e um vocal muito competente. Todo o peso reunido acompanha letras que falam sobre as angústias humanas, os horrores da guerra e também flerta com eventos sobrenaturais, o que geralmente povoa o universo do metal. Ocasionalmente, no decorrer dos anos, a banda tem lançado alguns singles com excelente aceitação entre seus seguidores, nunca fugindo ao seu estilo Heavy e Power Metal e sem abrir mão da qualidade de seu trabalho.

Vale a pena conferir o trampo desta rapaziada, que após mais de uma década, continua mantendo a mesma pegada e energia de seus primórdios, agregando logicamente a isto, o aprimoramento técnico que os anos e a experiência proporcionam aos seus músicos.


Integrantes da atual formação:

Eduardo Northerneyed - Vocalista
Carlos Caligularus - Guitarrista
Marcel Couto - Guitarrista
William Azevedo - Baixista
Wesley Marcondes – Baterista


Ex integrantes:

Diego Valadares- Vocalista                                             
Daniel Sabino - Baixista
Marcos Gabriel Pierandrei - Tecladista*

*Colaboração: Wesley Marcondes

Cássio Luís D'Assumpção (colaborador) - Criador e produtor do festival Rock In Bomba, proprietário do Point Kibomba, técnico de TI. Ávido leitor sobre a história do rock, seus personagens e lendas.





Links para ouvir o som da banda:

https://soundcloud.com/souls-guardian

https://www.youtube.com/user/SoulsGuardianBand

https://m.letras.mus.br/souls-guardian/

https://www.vagalume.com.br/souls-guardian/

https://www.facebook.com/SoulsGuardianband

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Rhódya - "Os Últimos Cães do Inferno", "Questão de Honra ao Rock And Roll" e outros

 

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Para os rockeiros antigos, “música do tempo dos pais” era uma expressão depreciativa. Para os de hoje, trata-se de um elogio.

É o que encontramos nesta “velha banda de Rock and Roll”, nas palavras de Sandro Vox, que já empunhou a guitarra e hoje é vocalista e baixista desta banda nova limense nascida em 1998. Rock sem frescuras, com bases e riffs pesados, solos dissonantes e curtos, situado na fronteira entre o Metal e o Hardcore.  As letras trazem em sua maioria o infortúnio e a desesperança, sejam de origem sobrenatural ou humana, de todo modo que não deixam lugar para o ser  neste mundo.

Rock bom o suficiente para os pais dos rockeiros atuais se lembrarem dos porões e ginásios impregnados do cheiro de óxido de ferro das inúmeras camisas pretas que faziam mosh e “bangueavam” as cabeças, cabeludas ou não.

São três os EPs lançados. Os dois primeiros – “Os Últimos Cães do Inferno” (2000) e “Questão de Honra ao Rock And Roll” (2001) foram lançados em fita K7. Seguiu-se um período de sucessivas trocas de bateristas até que em 2009 Luís Carlos Canela assumiu as baquetas e o EP “Sublime” foi lançado em formato digital em 2013. O Rhódya participou também com duas músicas na coletânea “BH do Barulho - Volume 2”, de 2017, dividindo o CD com Scarro, Nadaver e Herdeiros da Miséria. Destaque para as canções “Consumação Cármica (Tributo a Zé do Caixão)” e “Baby Stone Junk” em Questão de Honra e “Silicose” na coletânea BH do Barulho.

Seus integrantes atuais Sandro, o baterista Luís Carlos Canela e o guitarrista Marcus Negrus - todos moradores de bairros centrais de Nova Lima - pouco se apresentam em sua própria cidade, sendo mais frequente sua atividade em Contagem e BH. Serão a visceralidade de seu som e a crueza de sua mensagem as razões de serem estranhos no ninho na “Terra do Ouro”?

Doctor Ray

 

Links

Os Últimos Cães do Inferno (2000). Com Sandro Vox na guitarra e voz, Marcus Negrus na guitarra, Alambass Tubarão no contrabaixo e Santiago Clemente na bateria.

https://www.youtube.com/watch?v=l2yOHoQ7H1Q

Questão de Honra ao Rock And Roll (2001). Com Sandro Vox na guitarra e voz, Marcus Negrus na guitarra, Alambass Tubarão no contrabaixo e Santiago Clemente na bateria.

https://youtu.be/NcHfapq_Rcs

Sublime (2013). Com Sandro Vox, na voz e contrabaixo, Margus Negrus na guitarra e Luís Carlos Canela na bateria.

https://youtu.be/F4gqxUjcg0M

BH do Barulho (2017)

https://www.youtube.com/watch?v=pcAzPd86D4I

Em 2014 o Rhódya lançou o primeiro vídeo oficial “pirata” Full HD da música Paraíso Brasil.

https://youtu.be/xZK3alHLBS0



domingo, 30 de agosto de 2020

Bermes - "Dia de Horror" e "Até o Fim"

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Hoje, com alegria e entusiasmo, estreio a minha humilde colaboração neste qualificado espaço criado pelo amigo Ramon para falar de uma das bandas mais underground da cidade de Nova Lima, os BERMES.

Foi formada em 2005, como um trio e, após uma parada de dois anos, ressurgiu como um quarteto. A BERMES lançou em 2009 a demo “Dia de Horror”, com 5 músicas autorais com forte temática sobrenatural, carregada de letras mórbidas e violentas, inspiradas por filmes de terror ou filmes B, filmes de zumbis, vampiros ou de ficção científica. Nota-se a forte influência dos Misfits, banda de New Jersey nos EUA, a criadora do gênero Punk Horror formada em 1977, nos primórdios do Punk Rock.

Ainda em 2009, a segunda demo, “Até o Fim”, traz mais cinco músicas com a mesma temática e a mesma agressividade e rapidez. A melodia flui no mais genuíno estilo do Punk, acentuando o clima macabro das letras escritas colaborativamente por todos os membros da banda.

No início de 2010 há uma troca de vocalista, trazendo novo gás à banda e uma proposta ousada - 'horror punk' com um vocal feminino.

Após vários shows por BH e região, em meados de 2011 a banda se desfez.

Em 2016, o Bermes ressurge com a sua formação clássica de 2007. E após várias apresentações, nos circuitos de bares e festivais locais da região, a banda resolveu encerrar suas atividades em 2018. No entanto, assim como os mortos vivos e vampiros tão cultuados em suas letras, quem pode duvidar de mais um retorno dos Bermes malditos?



Formações:

2005 a 2007 - Josimar, Thiago, Carlos

2007 a 2009 e 2016 a 2018 - Bernardo, Josimar, Thiago, Carlos

2010 a 2011 - Jussara, Josimar, Thiago, Carlos

Cássio Luís D'Assumpção (colaborador) - Criador e produtor do festival Rock In Bomba, proprietário do Point Kibomba, técnico de TI. Ávido leitor sobre a história do rock, seus personagens e lendas.

Links para escutar e conhecer o trabalho da banda:

https://soundcloud.com/bermes

https://www.letras.mus.br/bermes/

https://www.youtube.com/channel/UCHSSjBSUzfN_mCtQ096dqnQ/videos

sábado, 22 de agosto de 2020

Adriano Mineiro – “Malandriano” e “O Samba de Minas”

                                                                        Acervo do Artista

                                                                         Acervo do Artista


“Empolguei aqui” – foi a resposta de Adriano quando comentei a grande quantidade de material que  me enviou para me ajudar a escrever esta postagem. Não há adjetivo que o qualifique melhor. Adriano Mineiro, técnico em mecânica, cantor, violonista, cavaquista, compositor em vários estilos musicais, em especial o samba, é empolgado com o que faz.

Sua empolgação faz com que sua atividade seja superlativa. Premiado por sambas enredo em blocos e escolas de samba da região de Nova Lima. Participação em vários festivais e eventos sendo um deles de organização internacional, o Make Music Day (Festa da Música) em junho de 2020. Segundo lugar no Festival da Canção de Nova Lima de 1997 e no Festival da Canção Bomserá de 2019. Várias parcerias com músicos de Nova Lima, Minas e outros estados, e participante de iniciativas que envolvem encontros e divulgação de compositores.

Todo este currículo é laureado com os CDs “Malandriano” (2019) e “O Samba de Minas” (2020), legítimos representantes do samba de raiz. Nota-se a influência dos mestres Zeca Pagodinho, Moreira da Silva e mesmo Adoniran Barbosa nos temas da malandragem cotidiana. O cavaquinho comanda a harmonia com agilidade e dá o tom de alegria mesmo em algumas canções que falam de saudade.

São obras em que predomina a homogeneidade. Portanto, as músicas que trazem exceções chamam a atenção para si. Em “Malandriano” a malandragem bem comportada de Adriano é quebrada pela ironia da faixa “É Conjuntivite”. E a africanidade de “Ê Patacori” surpreende em meio às demais canções do “O Samba de Minas” com a quebra do ritmo e a levada de seu refrão.

Há um terceiro CD em produção. A expectativa é de que traga a faixa “Lino”, feita em homenagem ao pai do artista e premiada em 2019 no Festival da Canção Bomserá.

Doctor Ray

Links:

Malandriano

O Samba de Minas
https://open.spotify.com/album/5Gh5qSJPEbVgWKcaJl9tfB?si=lYPeJCPFRli4Od6qhcNNoQ
https://www.youtube.com/watch?v=xkMELSFFazI

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Ely Jr. - Demotape

                                                                             Acervo do artista
                                                                         Acervo do artista




Dei-me o direito de iniciar as postagens pelo artista cujo trabalho em CD incentivou-me a gravar seguindo padrões de qualidade. O título “Demotape Ely Jr” (2014) faz referência ao tempo em que as fitas cassete eram usadas para divulgar o trabalho das bandas, muitas vezes de forma parcial e improvisada. E é este espírito que Ely afirma ter encontrado ao final da gravação de seu álbum solo de estréia.


Ely é cofundador da OTN, banda que em 2020 fez 33 anos de trabalho nos estilos rock e pop-rock (e que em breve figurará com seu trabalho próprio aqui no blog). De fato, são histórias indissociáveis. A parceria com Tatá, baterista do OTN falecido prematuramente em acidente de moto em 2014 está presente em 5 faixas. Jader Souza, cantor e compositor que teve a OTN como banda de apoio na gravação de seu disco Pierrot Moderno, assina ” Velha Novidade”. Seis das 11 músicas fizeram parte da set list da OTN em algum momento.


Totalmente gravado no estúdio Sonique Wall em Nova Lima, Demotape registra bem a atividade ao longo das décadas, com as guitarras do próprio Ely Jr., Renato Faria e de Cristiano Zannini (em “Cinderela Blues”). Outras participações são de Adriano Moreira (teclado), do irmão Ricardo Souza (ukulele), Miller Faria (violão Nylon) e Vitor Diegues (teclado). Renato faz o ukulele-bass da bonita instrumental “Tema para Chris e Isa”, e é responsável pelo trabalho técnico de gravação e equalização.


O que se ouve é um trabalho com bastante energia e diversidade. “Verdades”, “Sob a Noite” e “Eu” são faixas que fazem lembrar os primeiros discos do rock brasileiro dos anos 80, e não fariam feio se estivessem na programação das rádios daquele tempo. A citada “Tema para Chris e Isa”, “Amor Prematuro” e “Com mais Ninguém” são baladas suaves e com arranjos bastante agradáveis. A voz de Ely parece mesmo ser ambientada nos primórdios do pop-rock, sem privilegiar DNA de ninguém especificamente. Timbre e interpretações autênticas.


A inspiração na cultura da fita cassete não compromete a qualidade final das faixas. A curiosidade fica por conta da bateria programada por Renato Faria em todo o CD, que não fica devendo em qualidade e cujas linhas foram devidamente testadas – e aprovadas - por Gabriel Lisboa no show de lançamento.


Ely dedicou o CD a Paulinho “Cazuza” Atela, compositor falecido em 2005 e presente em duas faixas. “Demotape Ely Jr.” é um álbum cheio de histórias e sentimentos, bem sucedido a meu ver em trazer o espírito do pop-rock para o pós-2000.


Doctor Ray




Links:

https://soundcloud.com/elyjr

https://www.youtube.com/channel/UCloahs-N0x1wCOkXF_zDayw?view_as=subscriber




O CD físico encontra-se disponível para venda com o próprio artista pelo zap (015 31) 98913-8316.

terça-feira, 18 de agosto de 2020

Cada vez mais desligado do nosso tempo

Pois é, a moda agora é o Tik Tok, e lá venho eu com essa história de blog.

Não acompanhar as novidades, tendências e recursos tecnológicos, tudo isto já me incomodou mais. Coloco-me na estatística da massa de perdidos em meio à obsolência programada de equipamentos, aplicativos e comportamentos. Demoro mesmo a assimilar estas novas formas de interação.

Mas acho que é porque sou meio “do contra”. E ser "do contra" é uma forma interessante de resistir à anulação das individualidades. A criança pequena faz isso, né? Começa a dizer "não" pra tudo. No fundo é um "espera aí que vou pensar".

Pois bem. O espaço do blog parece-me silencioso o suficiente pra ter uma boa conversa. Dá pra perceber o autor por detrás do texto, o que em muitos casos é difícil em redes sociais. E tomara que conversemos muito por aqui.

Sejam todos muito bem vindos!

Bicho Grilo - Bicho Grilo Rock (EP - 2020)

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